sinto o tempo da espera,
aquela espera do olhar
aos pés atentos, para entrar...
entrar no mar, sentir a força,
fluxo das ondas que nos toca.
nos faz revelar menores.
menores dentro da ampla natureza,
como parte distante do mistério,
do mistério maior.
daquilo que se fortalece nos cosmos,
das ondas plácidas, do movimento
em constância.
do que me descubro que o estar
atento morre, quando retornamos
ao que realidade se torna.
não há cuidado para entrar no
tédio do solo urbano. só ainda
espera de voltar...
...voltar a entrar no mar.
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