Há uma curva no pensamento
que desenho em desatento
e me volto ao que é dentro.
O que esta solto e não concreto,
ou que concreto alça voo e liberto.
Pisco os olhos e revejo
a caixa do desejo,
penetro as mãos e retiro
o que em tempo findo.
No espaço -
moram estrelas.
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