21 setembro, 2015

Vaco, noturno vaco.

noturno vaco, as ruas correm,
os carros caminham, o vento faz
silêncio em minha face fria.

noturno eco, dos amantes discretos,
das avenidas sombrias - de alma
gargalhante e sexo, sexo, sexo.

noturno os dias, de luzes frias
que traçam vibrantes vazios na
concreta cidade, sobre nós, recaída.

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